Livro orientalismo de edward said biography

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Said’s work exhibits the mark of a truly brilliant mind in that he asked big questions of scholars during his career, which are still being debated and discussed today.

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Também ouvimos uma versão grosseira de “música árabe” e vemos alguém posando como uma “mulher coberta por muitas camadas de tecido encarando a câmera”, ironizando o misticismo inquietante frequentemente atribuído às mulheres do Oriente Médio.

Esses estereótipos fazem parte do que o intelectual e ativista palestino-americano Edward Said chamou de Orientalismo.

Assim como “o Oriente”, essa expressão reduz uma variedade de povos a um conjunto fixo de traços e temperamentos.

Em seu livro, Edward Said observa uma série de estereótipos prejudiciais e, por vezes, contraditórios sobre os chamados povos orientais, que são descritos como preguiçosos, desconfiados, ingênuos, misteriosos ou desonestos.

Said argumenta que, ao minimizar a rica diversidade dos povos do Sudoeste Asiático e do Norte da África, os orientalistas os transformam em uma “imagem contrastante”, contra a qual o Ocidente parece culturalmente superior.

Os povos do Oriente Médio são frequentemente retratados como fracos, bárbaros e irracionais.

Talvez ouça o dedilhar de um oud ou uma voz melancólica cantando em uma escala harmônica dupla.

Este vídeo viral do TikTok captura exatamente o quão presentes esses estereótipos estão em nossa consciência coletiva e na mídia popular. Orientalismo foi traduzido para 36 idiomas (até 2003) e continua sendo um clássico disponível na maioria das livrarias.

Embora a compreensão crítica sobre o Orientalismo esteja aumentando, esses estereótipos continuam altamente presentes na imaginação popular ocidental.

Widely respected in his field, Said lectured at over 200 universities both in the United States and internationally.

Said’s childhood in the Middle East, his move to the United States as a teenager, and his place in the elite circles of scholarship afforded him an interesting perspective from which to view Western culture. Pelo contrário, elas continuam sendo usadas como justificativa para políticas externas e domésticas contemporâneas.

E é assim, enfatiza Edward Said, que o Orientalismo mantém seu poder: por meio da repetição.

They pointed to much of the Orientalist art of the nineteenth century as containing inherent bias. He was raised there until his family relocated to Cairo in 1947, ahead of impending armed conflict. Um livro fascinante e indispensável.

Who Was Edward Said & His Groundbreaking Orientalism?

Published: Mar 26, 2025written by Elizabeth Casement, MA Art History (in progress), BA Psychology

Edward Said grew up in Palestine before moving to the United States.

His interest in the West’s relationship with countries in the Middle East did not end with his thoughts on Orientalism. Leia o original em: The Conversation.

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Os EUA adotaram tarifas altas e políticas de “América primeiro” nos anos 1930.

Embora o termo tenha sido usado para descrever países do Leste e do Sul da Ásia, Said concentra-se principalmente em como ele é aplicado ao Sudoeste Asiático e ao Norte da África, ou seja, ao Oriente Médio.

De fato, o Oriente não possui limites geográficos fixos. Como resultado, esses estereótipos, frequentemente racistas ou romantizados, criam uma visão de mundo que justifica o colonialismo e o imperialismo ocidentais.

O que é “o Oriente”?

Segundo Edward Said, o Oriente é uma “construção semimítica” imposta a um conjunto de países a leste da Europa.

However, as someone who had grown up in Mandatory Palestine, he knew firsthand the realities of life and culture in the Middle East. Ele o entendia como um sistema interconectado de instituições, políticas, narrativas e ideias.

Said se referia a essa dinâmica como a interação entre o “Orientalismo latente” (o sistema de ideias e crenças implícitas sobre o Sudoeste Asiático e o Norte da África) e o “Orientalismo manifesto” (as políticas e ideologias explícitas aplicadas por instituições).

O que mantém o Orientalismo vivo e relevante é o tráfego contínuo e ativo entre diferentes áreas.

After receiving his doctorate, Edward Said accepted a teaching position at Columbia University in New York in 1963, where he remained for the entirety of his 40-year career until his death from leukemia in 2003. For example, when looking at the art created by American artists in the early nineteenth century at most museums, it would be difficult to find a significantly representative number of works by Black or Native American artists when considering the proportions of the US population at the time.

Additionally, art history has been written from the viewpoint of those in power to the neglect of other voices who were also creating art.

The result was a set of data that European consumers regarded as fact and which characterized colonized groups of people as in need of the refinement, religious salvation, and “help” that imperial conquest purported to deliver.

Problems With Orientalist Imagery

Many notable art historians of Said’s time expounded on his thoughts in relation to their field.

Em seu livro, ele se concentra principalmente em estudiosos das áreas de filologia e antropologia — aqueles que escreveram sobre as línguas e culturas do Sudoeste Asiático e do Norte da África.

Ele mostra como esses pesquisadores transformaram suas observações altamente seletivas e tendenciosas em descobertas supostamente “científicas”, posicionando-se assim como autoridades objetivas sobre o Sudoeste Asiático e o Norte da África.

No entanto, os orientalistas não estão restritos às torres de marfim da academia.

livro orientalismo de edward said biography

As someone firmly rooted in the American education system, Said was immersed in the description of “others” as put forth by artists, politicians, authors, and scholars. Representações na cultura popular moldam a forma como as notícias sobre o Sudoeste Asiático e o Norte da África são enquadradas, e vice-versa.